Reflorestamento 2007 – Brasil está entre os líderes

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A  meta de plantar 1 bilhão de árvores em 2007 – proposta lançada há um ano, em Nairóbi, no Quênia, pela ambientalista queniana Wangari Maathai, ganhadora do Nobel da Paz de 2004 – já está superada.

Até novembro já haviam sido plantadas mais de 1,5 bilhão de árvores, isto sem contar com as árvores plantadas na China, na Guatemala e na Espanha, cujos governos ainda não haviam anunciado o número, o que, certamente, vai acrescentar milhões à lista.

De acordo com a UNEP, agência da ONU, o Brasil que já plantou 16 milhões de árvores  está entre os líderes de reflorestamento,  garantindo assim uma vaga entre os maiores reflorestadores do mundo.
A Etiópia lidera o ranking com 700 milhões de árvores plantadas.

Entre os outros campeões do replantio em 2007 estão:

México……………………..: 217 milhões
Turquia……………………: 150 milhões
Quênia……………………..: 100 milhões
Cuba………………………..:+ 96 milhões
Ruanda…………………….:  50 milhões
Coréia do Sul…………….:  43 milhões
Tunísia……………………..:  21 milhões
Marrocos e Mianmar.:  20 milhões
Os países em  desenvolvimento e pobres deixaram para trás os países ricos da Europa e da América do Norte.
A Europa responde por pouco mais de 10% do total plantado e a América do Norte, por apenas, 5,6%.

A África foi o continente que mais plantou, com 60,4% do total.Em seguida, vem a América Latina, com 27,4%.

E os cidadãos correspondem a metade dos plantadores ao passo que as empresas respondem por outros 13% do plantio.

                                                     Essa foi Boa!

fonte: Bbc-br-28 de novembro, 2007

Uma resposta to “Reflorestamento 2007 – Brasil está entre os líderes”

  1. Cleber (Presidente) Says:

    É uma contradição o Brasil estar entre os líderes do reflorestamento e não conseguir impedir e nem conter o desmatamento ilegal, principalmente na Amazônia, que, devido a acontecer de forma continuada, vem crescendo num ritmo acelerado. São inúmeras as razões consideradas para a degradação da floresta, como as atividades da agrofloresta promovidas pelos pequenos fazendeiros, de criação de gado pelos pecuaristas latifundiários, de extração de madeira, em especial o mogno, de lavagem de dinheiro, proveniente do tráfico de drogas, da corrupção e de outras fontes ilegais com investimentos em iniciativas de lucros questionáveis, mas, é certo que as grandes ameaças atuais se devem ao avanço das plantações de soja e seu estímulo para o investimento maciço do governo em infra-estrutura de hidrovias, ferrovias e rodovias na região, além dos assentamentos de invasores estabelecidos pelo INCRA. Afinal de contas, é oportuno lembrar que a inauguração da rodovia Transamazônica, a ocupação intensa da região e os incentivos fiscais foram os marcos iniciais na condução do desmatamento nas décadas de 1970 e 1980, porque até então a Amazônia permanecia completamente intacta. É notória a preocupação com os impactos desse desmatamento, porque incluem a perda da biodiversidade, a redução da ciclagem da água e a significativa contribuição para o aquecimento global. O combate ao desmatamento no Brasil deveria ser uma prioridade para o atual governo e para organizações internacionais. Não resta dúvidas de que se faz necessária uma reforma política urgente para discutir as causas primordiais desse desmatamento, para implementar medidas de conscientização das comunidades por meio de programas educacionais sobre a importância de preservar a floresta ao invés de destruí-la e, se for o caso, reprimir a devastação, usando o rigor na aplicação de penalidades imputadas pela legislação.

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